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CENÁRIO IMOBILIÁRIO
CENÁRIO IMOBILIÁRIO

  NESTA PÁGINA: 

PROJEÇÕES PARA INVESTIDORES NO MERCADO IMOBILIÁRIO DE 2019:

DISTRATO IMOBILIÁRIO: TEXTO-BASE DE PROJETO SOBRE DISTRATO IMOBILIÁRIO É APROVADO NO SENADO; SUSPENÇÃO:  CAIXA SUSPENDE MINHA CASA MINHA VIDA PARA FAIXA INTERMEDIÁRIA; MINHA CASA MINHA VIDA: CÂMARA APROVA APLICAÇÃO DE 25% DOS RECURSOS;  NA EUROPA: EVENTO REÚNE ESPECIALISTAS INTERNACIONAIS DO MERCADO IMOBILIÁRIO:; LIMITE DE FINANCIAMENTO:  CONSELHO MONETÁRIO ANTECIPA NOVO LIMITE DE FINANCIAMENTO PELO SFH; INDENIZAÇÃO: CONSTRUTORA INDENIZARÁ POR PROBLEMAS EM IMÓVEL QUE IMPEDIRAM INSTALAÇÃO DE LINHA TELEFÔNICA; MCMV: GIGANTES DA CONSTRUÇÃO ENTRAM NA HABITAÇÃO POPULAR. DIFERENÇAS: POR QUE QUANTO MAIS ALTO O APARTAMENTO, MAIS CARO ELE FICA? OUÇA A RESPOSTA NO VÍDEO; REOCUPAÇÃO: FGTS COMO GARANTIA DE EMPRÉSTIMO PREOCUPA MERCADO IMOBILIÁRIO; EXPECTATIVA: MERCADO IMOBILIÁRIO VOLTA A INSPIRAR CONFIANÇA:SEMANA DO MERCADO IMOBILIÁRIO: PROGRAMAÇÃO EVIDENCIA NOVO PERFIL DO CLIENTE.

 




 

CONFIRA 5 TENDÊNCIAS DO MERCADO IMOBILIÁRIO EM 2019:

 

Trabalhando diretamente com imóveis, você já deve ter percebido algumas mudanças na economia. O movimento de melhora está fazendo surgir algumas tendências do

mercado imobiliário para 2019.

É interessante que você esteja atento a todas essas novas oportunidades que estão surgindo para aproveitar esse momento de saída da crise e conseguir fazer bons negócios.

 Para ajudá-lo a visualizar o otimismo que tomará o mercado imobiliário no próximo ano, criamos uma pequena lista com algumas das principais tendências.

Confira! 

1-Facilidade De Crédito Para Financiamento:

A taxa Selic, Sistema Especial de Liquidação e de Custódia, é a principal norteadora das operações de crédito no país e, como parte da estratégia para tirar o Brasil da crise, o governo adotou uma postura de queda do indicador.

Como esse índice também é utilizado como taxa básica de juros, a sua diminuição tem um impacto direto sobre a oferta de crédito imobiliário, permitindo um melhor negócio para o consumidor, que terá mais chances de obter um financiamento imobiliário a juros menores.

No ano de 2018, a taxa Selic chegou a 6,5% no primeiro semestre e podemos esperar que se mantenha em um patamar baixo durante o restante do ano e também para 2019, uma vez que a economia está reagindo bem.

Essa diminuição na taxa de juros pode voltar a atrair os investidores para a poupança, já que ela está mais bem cotada, e trazer de volta o otimismo das famílias para poupar seu dinheiro.

Isso faz surgir muitas pessoas interessadas em adquirir a casa própria. Uma dica é ficar atento às oportunidades disponibilizadas pelos bancos e financeiras, que estarão com taxas muito baixas para repassar aos seus clientes.

2. Ampliação Do Programa Minha Casa, Minha Vida:

Lançado em 2009 pelo Governo Federal para auxiliar os brasileiros na aquisição da casa própria, o programa de habitação Minha Casa, Minha Vida já está em sua terceira fase e sofreu algumas mudanças que podem ajudá-lo.

Em seu início, o objetivo era auxiliar apenas famílias de renda muito baixa, o que acabou deixando parte da população descoberta pelo programa e sem a possibilidade de adquirir sua casa própria, uma vez que os preços dos imóveis também subiram.

Visualizando esse problema, o Governo Federal foi aperfeiçoando o programa habitacional, que sofreu mudanças em suas regras. Hoje, famílias com renda bruta de até R$ 9 mil reais podem ser beneficiadas.

Além da ampliação do público-alvo do programa, o teto para os imóveis também subiu em algumas partes do país, buscando se adequar ao mercado regional e à valorização, além da inserção de IMÓVEIS USADOS.

Dessa forma, trabalhar com imóveis nessa faixa de preço pode ser um nicho que terá uma grande procura em 2019, uma vez que diversas famílias que ficaram de fora das primeiras fases do programa vão querer aproveitar a oportunidade.

3. Queda Da Inflação:

A inflação é um dos principais vilões do mercado imobiliário, pois mina a confiança do consumidor, fazendo com que ele desista de compras a longo prazo, como a aquisição de uma casa.

O aumento da inflação, sofrido pelo nosso país nos últimos anos, é um dos responsáveis pela queda na venda de imóveis e pelo esfriamento do setor que, antes, estava superaquecido.

Contudo, estamos vivendo um ciclo de recuperação e espera-se que a inflação não ultrapasse 4,3% no ano de 2018 e mantenha-se abaixo da meta em 2019, criando um cenário muito positivo para a economia.

Nesse ambiente, o setor de construção civil, principal responsável por fornecer novos produtos para o mercado imobiliário, pode atrair novos investidores, estimulando a compra de imóveis.

Sendo assim, as construtoras lançam novos empreendimentos imobiliários e movimentam ainda mais a economia, permitindo que as imobiliárias tenham mais produtos com os quais trabalhar.

Com um maior número de ofertas no mercado e queda de preços, é possível conseguir melhores condições e taxas de juros para os seus clientes e, com isso, fechar bons negócios, que possam deixar consumidores satisfeitos.

4. Aumento Da Confiança Do Consumidor:

Estamos em plena recuperação econômica e a palavra crise já está deixando de ser conversa obrigatória em todos os lugares. Com isso, a confiança por parte dos consumidores está voltando e a ideia de comprar uma casa própria também.

A queda das taxas de juros, as ofertas melhores e a mudança de regras do MINHA CASA MINHA VIDA acabam tendo um impacto direto sobre o otimismo do consumidor, que vê, no mercado, novas oportunidades para investimento de suas economias.

Esse é um momento em que as imobiliárias devem dobrar seus esforços de atração, visando a conquistar esse consumidor otimista e a auxiliá-lo na busca por um imóvel.

5. Utilização De Plataformas Digitais:

As plataformas imobiliárias são um dos movimentos disruptivos mais interessantes do mercado e surgiram graças à transformação digital que vem acontecendo em nossa sociedade.

Esses market places oferecem uma experiência totalmente nova ao consumidor e podem ser uma ótima maneira para que as imobiliárias possam se reinventar e alcançar seu público-alvo.

Algumas tecnologias, como a realidade virtual, permitem que o cliente faça um tour de 360º por toda a propriedade sem ter de sair de sua casa, poupando tempo dos dois lados, do consumidor e do corretor. Sendo assim, agenda-se uma visita real apenas para imóveis que agradaram mais o comprador.

Essa é apenas uma das possibilidades, sendo que ainda podemos contar com atendimento exclusivo e online, cumprindo, assim, com todas as expectativas dos clientes de sua imobiliária e com a necessidade de rapidez do mundo moderno.

As plataformas imobiliárias também permitem criar uma integração entre SITES E SOFTWARES ESPECIALIZADOS, facilitando o trabalho dos corretores para vender imóveis de forma rápida e simples e atendendo vários clientes ao mesmo tempo.

Algumas das plataformas existentes ainda são munidas de softwares de simulação de crédito para auxiliar o cliente a verificar quais as condições e formas de pagamento existentes.

Essas são algumas das principais tendências do mercado imobiliário para 2019 e, para se destacar e fechar mais negócios no próximo ano, é fundamental que você esteja atento a todas elas, buscando aproveitar todas as oportunidades.

FONTE: Blog Moving Imóveis / Publicidade Imobiliária.com

TNF: Quinta-feira, 28/03/19 - Fortaleza-Ceará

 

 




 

 

PROJEÇÕES PARA INVESTIDORES NO MERCADO IMOBILIÁRIO:

 

CRÉDITOS: Vitacom/Master

As projeções para o mercado imobiliário de 2019 são muito otimistas para os investidores que buscam boas oportunidades de alcançar uma boa rentabilidade. Após vários anos complicados para o segmento de imóveis, 2017 colocou fim na crise, e 2018 vem se mostrando um ano de consolidação – criando as condições ideais para o crescimento em 2019.

Na prática, o crescimento do mercado imobiliário significa que aumentará a procura pela compra de imóveis por parte da população – gerando um movimento no setor e abrindo novas oportunidades para os investidores. Quanto maior é o número de transações realizadas, melhores são as oportunidades que surgem.

A seguir, confira quais são as projeções para investidores no mercado imobiliário de 2019. Acompanhe.

Quais são as previsões para o mercado imobiliário de 2019?

Os especialistas estimam que o mercado imobiliário começará uma nova fase de crescimento a partir de 2019. Entre os principais motivos que levam a essa conclusão estão a perspectiva de oferta de crédito barato para construção e aquisição de imóveis e um cenário macroeconômico com taxa básica de juros e inflação controladas.

Segundo o economista-chefe do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Celso Petrucci, a expectativa é que a taxa de juros baixa e a inflação sob controle permitam o crescimento do mercado imobiliário a partir de 2019 – e o setor da construção também pode ter um impulso relevante.

Além disso, outro aspecto que contribui para as previsões otimistas para o mercado imobiliário de 2019 é a disposição dos bancos para aprovar financiamentos – uma vez que existem mais recursos à disposição para esse tipo de crédito. Segundo o presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança, os excessos de recursos para financiamento de casa própria podem atingir a marca de R$100 bilhões, ou superar esse número até 2020.

Com todas as condições econômicas favoráveis, o crescimento do mercado imobiliário se torna apenas uma consequência natural.

Razões para o otimismo dos investidores

De acordo com dados apresentados na pesquisa Focus do Banco Central, a projeção para o ano de 2019 é que o PIB do Brasil cresça em 2,8% – um valor expressivo em comparação com o crescimento de 1,01% registrado em 2017. Mas como esse desenvolvimento econômico pode impactar nos resultados obtidos por um investidor no mercado imobiliário?

É preciso ter a visão de que muitos fatores externos influenciam no desempenho do mercado imobiliário – afetando o valor de compra e venda, a demanda por imóveis e os ganhos que um investidor pode obter. Todo esse otimismo em relação ao mercado imobiliário de 2019 tem origem em várias razões apontadas pelos especialistas:

Diminuição da taxa de juros

No primeiro semestre de 2018, a taxa de juros básica do mercado teve uma redução para 6,5% – um valor muito baixo quando comparado com as taxas registradas até cinco anos atrás, que beiravam os 14,5%. Com essa tendência de diminuição da taxa de juros, é facilitado o acesso a financiamentos imobiliários e aumenta a confiança do consumidor.

Inflação controlada

A projeção dos economistas para 2019 indica uma inflação de 4,25%, com meta de 4,25% e margem de 1,5 ponto. Trata-se de um valor bastante controlado após ter encerrado o ano de 2016 com avanço de 6,29%.

Além disso, em 2017, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA) acumulou alta de 2,79% – que foi o nível mais baixo desde 1998. Segundo a Agência Brasil, a inflação medida pelo IPCA deve ficar em torno de 3,95% no ano de 2018, com meta de 4,5% e margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

Redução da taxa de desemprego

Segundo o Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp), divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), existe uma tendência de recuperação do mercado de trabalho para o ano de 2018. A pontuação do índice registrou 107 pontos em dezembro de 2017 – o melhor resultado desde junho de 2008.

Facilidade do financiamento imobiliário

A dificuldade no acesso a financiamentos imobiliários pela população afeta diretamente o mercado imobiliário. Com a redução da taxa de juros e aumento do otimismo da economia, as instituições financeiras começam a facilitar o acesso a essas linhas de crédito – o que fomenta as transações no mercado imobiliário de 2019.

Diminuição da queda real no preço dos imóveis

Após 10 anos, 2017 foi o primeiro ano em que os preços médios dos imóveis encerraram o período nominalmente menor do que o do ano anterior. Segundo o Índice FipeZap, que acompanha o preço de venda de imóveis residenciais em 20 cidades brasileiras, o preço nominal dos imóveis teve uma redução de 0,53% entre 2016 e 2017.

Com preços mais atrativos, o mercado imobiliário se torna mais promissor para as famílias que buscam a compra de um imóvel próprio e, também, para os investidores que buscam por boas oportunidades.

Aumento das unidades habitacionais comercializadas

De acordo com a Pesquisa do Mercado Imobiliário, realizada pelo Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP, o número de unidades habitacionais vendidas em 2017 apresentou um aumento de 32,8% em relação a 2016 – representando um salto de 14.048 para 18.660.

Mesmo que sejam resultados regionais levantados ao final de 2017, eles contribuem para indicar uma tendência positiva para o mercado imobiliário de 2019. O número de unidades habitacionais vendidas é um poderoso indicativo do crescimento do setor.

Como aproveitar as melhores oportunidades de 2019?

Independentemente das condições do mercado imobiliário, o segredo para alcançar bons resultados com os investimentos é o mesmo: encontrar boas oportunidades de compra e revender por valores superiores.

Entretanto, com o crescimento do mercado imobiliário de 2019, a tendência é que os investidores tenham acesso a novas oportunidades e consigam encontrar mais pessoas interessadas na compra de seus imóveis. Com isso, o potencial de lucratividade se torna muito maior.

FONTE: Vitacom.com - Setembro de 2018

TNF: Março de 2019

 




 

LEILÃO DE IMÓVEIS POR BANCOS:

OCUPANTE DE IMÓVEL TOMADO POR BANCO TERÁ PREFERÊNCIA EM LEILÃO, APROVA CCJ:

Quem ocupar imóvel tomado por banco oficial para pagamento de prestações em atraso poderá ter preferência na sua venda em leilão. Essa prioridade está prevista no Projeto de Lei do Senado (PLS) 582/2015, aprovado nesta quarta-feira (20) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Foram 16 votos a favor. Ninguém votou contra.

 

A autora do projeto, Simone Tebet, e o relator, Antonio Anastasia, na reunião da CCJ / CRÉDITOS: Geraldo Magela/Agência Senado

A proposta é da presidente do colegiado, senadora Simone Tebet (MDB-MS), e teve como relator Antonio Anastasia (PSDB-MG). O projeto vai agora para a Câmara dos Deputados, se não houver recurso para análise no Plenário do Senado.

A possibilidade aberta pelo projeto se aplicaria à revenda de imóveis residenciais avaliados em menos de 10% do valor máximo dos imóveis financiáveis pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e resgatados por instituição oficial de crédito por inadimplência do mutuário.

Seus ocupantes — sejam eles os próprios mutuários devedores ou não — teriam preferência nessa aquisição, mas sob algumas condições. Teriam, por exemplo, de indenizar o banco financiador em montante correspondente a 0,4% do valor do imóvel por mês de ocupação, além do cumprimento de outras exigências fixadas pelo credor.

O relator aceitou emenda alterando tal percentual para até 0,4%.

— Entendemos que seja mais vantajoso para todos os envolvidos permitir que as instituições possam, conforme o caso, negociar o percentual, pois é possível vislumbrar situações em que o patamar fixo de 0,4%  torne inviável a aquisição do bem pelo ocupante — explicou.

MINHA CASA MINHA VIDA:

Também por meio de emenda, o relator excluiu do projeto os imóveis do Programa Minha Casa, Minha Vida:

— Sabemos lamentavelmente que é muito comum que os adquirentes contemplados com imóvel do programa façam contratos irregulares, transferindo-os a terceiros, que passam a ser os ocupantes de fato dessas casas. Não faria sentido no contexto do Sistema Financeiro da Habitação permitir que esses terceiros fossem beneficiados com a preferência no leilão — justificou.

Simone acredita que a solução apontada pelo projeto vai combater a desvalorização desses imóveis, já que os preços costumam ser rebaixados porque os compradores terão de retirar seus ocupantes após a compra. Além de trazer prejuízos ao agente financiador, essa situação pode levar ao despejo de famílias de boa-fé que poderiam se interessar em adquirir regularmente o imóvel, advertiu Simone.

“Esse projeto permitirá a permanência de milhares de famílias nos locais em que residem e contribuirá, em paralelo, para melhorar a qualidade dos ativos das instituições financeiras oficiais”, reforçou a senadora.

LEI DAS ESTATAIS:

Inicialmente a mudança sugerida pela proposta se dirigia à Lei de Licitações (Lei 8.666, de 1993). Mas, com a entrada em vigor da Lei das Estatais (Lei 13.303, de 2016), Anastasia considerou mais adequado levar para essa legislação as medidas propostas. A  Lei das Estatais tem uma seção específica sobre alienação de bens de empresas públicas e de sociedades de economia mista.

FONTE: Agência Senado de Notícias – 20/03/19 – 14h47min.

TNF: Quinta-feira, 21/03/19 - 10h10min. - Fortaleza - Ceará 

 




 

DISTRATO IMOBILIÁRIO:

TEXTO-BASE DE PROJETO SOBRE DISTRATO IMOBILIÁRIO É APROVADO NO SENADO: 

O texto-base do projeto de lei 68/2018, que fixa direitos e deveres das partes nos casos de rescisão de contratos de aquisição de imóveis em regime de incorporação imobiliária ou loteamento, foi aprovado na noite de hoje (20) no Senado. As emendas do projeto devem ser analisadas na sessão desta quarta-feira (21).

Pelo projeto de lei, o atraso de até 180 dias para a entrega de um imóvel não gerará ônus para a construtora. Entretanto, se houver atraso maior na entrega das chaves, o comprador poderá desfazer o negócio, tendo direito a receber tudo o que pagou de volta, além da multa prevista em contrato, em até 60 dias. Se não houver multa prevista, o cliente terá direito a 1% do valor já desembolsado para cada mês de atraso.

O projeto também permite que as construtoras fiquem com até 50% dos valores pagos pelo consumidor em caso de desistência da compra, quando o empreendimento tiver seu patrimônio separado do da construtora (o chamado de patrimônio de afetação). Para os demais casos, ou seja, fora do patrimônio de afetação, a multa prevista para o consumidor é de até 25%. 

De autoria do deputado Celso Russomano (PRB-SP), a proposta foi rejeitada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado em julho, mas voltou ao Plenário, onde recebeu emendas após um recurso. Com esse manobra, o projeto foi novamente analisado pela comissão, que aprovou o relatório do senador Armando Monteiro (PTB-PE). O texto retornou nesta terça-feira ao Plenário em regime de urgência. 

 




 

CAIXA SUSPENDE MINHA CASA MINHA VIDA PARA FAIXA INTERMEDIÁRIA:

Contratação para quem ganha até R$ 2,6 mil será retomada em 2019.

A Caixa anunciou nesta terça-feira (13) que suspendeu, por falta de recursos, a contratação de novas unidades habitacionais do programa Minha Casa Minha Vida para a faixa 1,5, voltada para famílias com renda mensal máxima de até R$ 2,6 mil.

De acordo com o banco, o orçamento para esta linha de crédito imobiliário foi “utilizado em sua totalidade” e as contratações do programa para esta faixa serão retomadas no início de 2019.

Em comunicado, a Caixa informou que somente a faixa 1,5 foi suspensa, todas as outras linhas de crédito continuam contratando novas unidades. As diferentes faixas do programa usam fontes de financiamento diversas. A faixa 1,5 é financiada com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

O orçamento do Minha Casa, Minha Vida para 2018 é de R$ 57,4 bilhões. “Até o momento, foram contratadas cerca de 4,7 milhões de unidades habitacionais.”, informou o comunicado.

Publicado em 13/11/2018 - 18h55min. - Por Agência Brasil - Brasília

TNF: Terça-feira, 13/11/18 - 23h06min. - Fortaleza

 




 

MINHA CASA MINHA VIDA:

Câmara aprova aplicação de 25% dos recursos do MCMV 

cidades pequenas.  Projeto segue para análise do Senado, a não ser que

haja recurso para votação pelo Plenário

Cléa Viana - Câmara dos Deputados

Reunião ordinária. Dep. Daniel Vilela (MDB - GO)
Daniel Vilela apresentou parecer pela aprovação da proposta

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (31) proposta que determina a aplicação de no mínimo 25% dos recursos do programa Minha Casa, Minha Vida em projetos de habitações de interesse social situados em municípios com menos de 50 mil habitantes.

O projeto (PL 1722/15) foi apresentado pelo deputado Hildo Rocha (MDB-MA) e recebeu parecer favorável do relator, deputado Daniel Vilela (MDB-GO), que fez apenas alguns ajustes técnicos ao texto. A proposta altera a lei que criou o Minha Casa Minha Vida (11.977/09). 

O texto aprovado, conforme substitutivo da Comissão de Desenvolvimento Urbano, modificou a proposta original e reduziu de 40% para 25% a aplicação mínima de recursos do programa habitacional em moradias de interesse social nas cidades com menos de 50 mil habitantes.

Tramitação
O projeto tramitou em caráter conclusivo e segue para análise do Senado, a não ser que haja recurso para votação pelo Plenário.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:  PL-1722/2015

FONTE: Agência Câmara de Notícias - 31/10/18
Reportagem – Paula Bittar - Edição – Wilson Silveira

 




 

NA EUROPA:

EVENTO REÚNE ESPECIALISTAS INTERNACIONAIS DO MERCADO IMOBILIÁRIO:


CRÉDITOS: Google Noticias/Exame/Dino

Depois do sucesso alcançado na edição de 2017, a segunda edição do Imocionate iTec, acontecerá no próximo dia 29 de novembro, no Centro de Congressos de Lisboa.

Trata-se de um evento global que pretende juntar várias visões e opiniões para que a diversidade de experiências se traduza num enriquecimento que potencie, não só, o desenvolvimento da intermediação imobiliária, mas também o crescimento sustentável do setor. Palestrantes internacionais irão compartilhar o conhecimento sobre o papel da tecnologia nas várias etapas do processo de intermediação imobiliária.

Entre os vários especialistas que marcarão presença no Imocionate iTec 2018 destaque para Jay Thompson, ex-diretor de Industry Outreach do Zillow Group. Criatividade será um dos temas principais da palestra de Joah Santos, Chief Creative Strategist da NYLON, agência criativa.

Sobre o tema criatividade, um dos temas principais da palestra, falará Joah Sanos, Chief Creative Strategist da NYLON, da agência criativa.

Do Brasil, Sergio Langer, sócio e fundador da Hosher, agência digital especializada no mercado imobiliário, falará sobre as tecnologias que irão transformar a intermediação imobiliária nos próximos anos.

O mercado imobiliário de Portugal:

O mercado imobiliário de Portugal, vive um ótimo momento. De acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), o número total de imóveis comercializados está em franco crescimento desde 2014.

Em 2017, Portugal recebeu um volume total de U$ 2,1 bilhões em transações, um crescimento de 61% em relação a 2016, de acordo com o relatório Global Investment Atlas 2018, da consultoria Cushman & Wakefield. Mais de 20% dos imóveis são comprados por estrangeiros. A França aparece na primeira posição do ranking. Em segundo lugar está o Reino Unido seguido do Brasil.

Segundo a Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) a aquisição de imóveis por brasileiros é a que mais cresceu nos últimos anos. Lisboa e Porto são as cidades preferidas pelos brasileiros.

De acordo com informações do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), cerca de 85 mil brasileiros vivem em Portugal.

O governo português tem aprimorado as formas de acesso a quem está disposto a investir no país. Um dos vistos mais solicitados é o Golden Visa, que garante pelo menos cinco anos de residência e possibilidade de requerer cidadania, com um investimento a partir de 500 mil euros em imóveis.

FONTE: Revista Exame-Por Dino-29 out 2018, 08h32min

TNF: Terça-feira, 30/10/18 - 11h05min.

 




 

LIMITE DE FINANCIAMENTO:

CONSELHO MONETÁRIO ANTECIPA NOVO LIMITE DE FINANCIAMENTO PELO SFH:

 

PREVISTA PARA ENTRAR EM VIGOR EM JANEIRO, A ELEVAÇÃO DOS LIMITES DE FINANCIAMENTO DE IMÓVEIS PELO SISTEMA FINANCEIRO DA HABITAÇÃO (SFH) FOI ANTECIPADA PARA AMANHÃ (30). A DECISÃO É DO CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL (CMN).

COM A MEDIDA, OS MUTUÁRIOS PODERÃO FINANCIAR IMÓVEIS DE ATÉ R$ 1,5 MILHÃO COM JUROS MENORES QUE AS TAXAS DE MERCADO, EM TODO O PAÍS. ATUALMENTE, O TETO PARA FINANCIAMENTOS DO SFH CORRESPONDE A R$ 950 MIL NOS ESTADOS DO RIO DE JANEIRO, SÃO PAULO, MINAS GERAIS E NO DISTRITO FEDERAL. NO RESTO DO PAÍS, O LIMITE DE FINANCIAMENTO É R$ 800 MIL.

CONCEDIDOS COM RECURSOS DO FGTS E DA POUPANÇA, OS FINANCIAMENTOS DO SFH COBRAM JUROS DE ATÉ 12% AO ANO. ACIMA DESSES VALORES, VALEM AS NORMAS DO SISTEMA FINANCEIRO IMOBILIÁRIO (SFI), COM TAXAS MAIS ALTAS E DEFINIDAS LIVREMENTE PELO MERCADO.

SEGUNDO O CHEFE DO DEPARTAMENTO DE REGULAÇÃO DO SISTEMA FINANCEIRO, JOÃO ANDRÉ PEREIRA, A ANTECIPAÇÃO DO NOVO TETO FOI UMA DEMANDA DOS PRÓPRIOS BANCOS, QUE NÃO PRECISARÃO ATUALIZAR OS SISTEMAS PARA SE ADAPTAREM À ELEVAÇÃO DO LIMITE. “A MUDANÇA TRAZ POUCO IMPACTO OPERACIONAL PARA OS BANCOS, MAS ELES DISSERAM QUE SERIA RELEVANTE PARA O MERCADO IMOBILIÁRIO COMO UM TODO”, DISSE.

TETO  PERMANENTE:

EM NOVEMBRO DE 2016, O CMN TINHA REAJUSTADO O TETO DE FINANCIAMENTO DE IMÓVEIS PELO SFH DE R$ 650 MIL PARA R$ 800 MIL, NA MAIOR PARTE DO PAÍS, E DE R$ 750 MIL PARA R$ 950 MIL NO DISTRITO FEDERAL, EM MINAS GERAIS, NO RIO DE JANEIRO E EM SÃO PAULO. EM FEVEREIRO DO ANO PASSADO, O LIMITE FOI REAJUSTADO PARA R$ 1,5 MILHÃO POR UNIDADE EM TODAS AS REGIÕES DO PAÍS, VALOR QUE VIGOROU ATÉ O FIM DO ANO PASSADO.

EM JANEIRO DESTE ANO, TINHAM PASSADO A VALER O TETO ANTERIOR, DE R$ 950 MIL, PARA QUATRO UNIDADES DA FEDERAÇÃO, E DE R$ 750 MIL NO RESTANTE DO PAÍS. A RESTAURAÇÃO DO LIMITE DE R$ 1,5 MILHÃO TINHA SIDO ANUNCIADA NO FIM DE JULHO, PARA ENTRAR EM VIGOR EM JANEIRO. SEGUNDO O BC, O NOVO TETO UNIFICADO SERÁ PERMANENTE.

FONTE: Agência Brasil de Notícias

TNF: Terça-feira, 30/10/18 - 10h55min. 

 




 

PUNIÇÃO:

CONSTRUTORA INDENIZARÁ POR PROBLEMAS EM IMÓVEL QUE IMPEDIRAM

INSTALAÇÃO DE LINHA TELEFÔNICA. DECISÃO É DA JUSTIÇA DO PARANÁ.

 

A Justiça do Paraná condenou uma construtora a reembolsar e indenizar consumidores que tiveram problemas logo após a mudança para o imóvel comprado.  Os consumidores afirmaram que após a mudança contrataram serviço de telefonia, porém, quando a empresa foi instalar a linha telefônica as tubulações para passagem dos cabos estavam entupidos.  Embora tenham contatado a construtora para verificar e solucionar o problema, não obtiveram sucesso, pois a empresa vistoriou mas não solucionou o problema. Assim, contrataram terceiros para realizar o serviço e pagaram por isso.

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CRÉDITOS: Jusbrasil/Vinhas Advogados Associados

A juíza leiga Magali E. Vera Caetano, do Juizado Especial Cível do Foro Regional de Araucária, ao julgar procedentes os pedidos dos autores, consignou que pelas mensagens acostadas à inicial, os autores tentaram de todas as maneiras que a requerida resolvesse o problema, decorrente da construção, porém, sem sucesso.

Das mensagens, verifica-se que os autores perderam dia de trabalho para esperar alguém que viesse solucionar o problema. (...) O imóvel foi adquirido pelos autores, que pagaram o preço, e possuem o direito de receber um produto que atenda os seus interesses e necessidades, o que não ocorreu no caso em tela.”

Assim, a juíza leiga condenou a construtora a reembolsar os autores em R$ 300,00 pelos danos materiais e pagar indenização por dano moral no valor de R$ 500,00 para cada autor. O projeto de sentença foi homologado pelo juiz de Direito Carlos Alberto Costa Ritzmann.   Processo: 0010709-08.2017.8.16.0025

FONTES: Jusbrasil/Vinhas Advogados Associados/Migalhas - 29/10/18

TNF: Segunda-feira, 29/10/18 - 11h56min.

 




 

SISTEMA MCMV:

GIGANTES DA CONSTRUÇÃO ENTRAM NA HABITAÇÃO POPULAR.  

EMBORA A CONSTRUÇÃO APRESENTE GRANDE DIFICULDADE PARA SAIR

DA CRISE,  O SEGMENTO PARA BAIXA RENDA SE MOSTRA RESILIENTE.

 

De olho em um mercado mais resiliente à crise, grandes incorporadoras com tradição em imóveis de médio e alto padrão se lançam à habitação popular.

A Cyrela, segunda maior do setor em valor de mercado na Bolsa, anunciou seu retorno ao segmento com projetos próprios após seis anos.

A incorporadora acaba de criar a Vivaz, braço do grupo para atuar no Minha Casa Minha Vida (MCMV).

O primeiro lançamento é em Itaquera, na zona leste de São Paulo. Há mais um projeto previsto para sair até o início de 2019 na zona norte e um terceiro, também para o próximo ano, em Taboão da Serra, na região metropolitana.

A Eztec, terceira maior na Bolsa, criou uma nova marca, a Fit Casa, para lançar neste ano seu primeiro empreendimento enquadrado no MCMV, no Brás, na região central.

"Adquirimos o terreno em 2015. Imaginamos que seria um produto para atrair público para o centro. Com a economia em desaceleração, mas ainda muita força nas vendas do MCMV, decidimos destinar a área para esse segmento [popular]", diz Emilio Fugazza, diretor financeiro e de relações com investidores da Eztec.

Embora a construção apresente grande dificuldade para sair da crise, o segmento para baixa renda se mostra resiliente porque tem a demanda consistente de quem busca a primeira moradia, além de financiamento facilitado.

Dados da Abrainc (associação das incorporadoras) mostram que, em um ano até julho, as vendas de médio e alto padrão caíram 0,5% em relação aos 12 meses anteriores; no MCMV, subiram 24,3%.

"A gente sempre olhou para esse segmento [popular]. Ao longo do tempo, analisamos se de fato era sustentável e veio para ficar ou se era algo passageiro. Entendemos que é uma tendência que deve durar", diz Felipe Cunha, diretor de incorporação das marcas Living e Vivaz, da Cyrela.

Em 2006, o grupo criou a Living para atuar com parceiros no segmento econômico. Três anos depois, começou a desenvolver seus próprios projetos.

Porém, em 2012, a Cyrela decidiu reposicionar a marca para o médio padrão.

Desde então, o grupo vinha atuando no MCMV através das joint ventures com Cury e Plano & Plano –detém 50% de cada. Segundo Cunha, essas iniciativas devem continuar.

Fábio Cury, presidente da Cury, afirma que a Vivaz é uma concorrente como qualquer outra e a volta do grupo significa que o mercado ainda tem espaço para crescer.

A Cyrela não definiu a fatia da Vivaz em seu portfólio, mas Cunha diz acreditar que a operação própria no MCMV pode representar de 15% a 20%.

A Eztec, que destinou destinou cinco terrenos, contando o do Brás, para projetos voltados à baixa renda, estima que em 14 meses o segmento econômico deverá representar até 30% dos seus lançamentos.

Até o fim de 2019, estão previstos mais um lançamento em São Paulo e outros em Guarulhos, São Bernardo do Campo e Poá.

Incorporadoras admitem que a recuperação do mercado imobiliário deve vir em patamar abaixo daquele observado no boom de 2011 a 2014.

Para Fugazza, da Eztec, perspectivas de reformas fiscais e bons planos econômicos, aliados a taxas de juros perto de mínimas históricas, podem levar o mercado a um novo ciclo de crescimento, porém mais curto, de dois anos.

Cunha, da Cyrela, diz que a incorporadora também enxerga uma retomada mais gradativa.

"Não vemos um boom nos próximos ciclos. Vamos ter crescimento, sim, mas bem mais suave", afirma.

Neste ano, a Cyrela lançou em parceria com o Banco Ourinvest um fundo imobiliário, em que deve atuar como espécie de consultora.

Em julho, anunciou a criação da CashMe, fintech especializada na análise de crédito com imóvel de garantia. Com informações da Folhapress.

FONTE: Notícias ao Minuto - 16/10/18 

TNF: Terça-feira, 16/10/18 - 12h46min.

 




 

DIFERENÇA:

POR QUE QUANTO MAIS ALTO É O ANDAR DO APARTAMENTO, MAIS CARO ELE FICA?  VEJA A RESPOSTA NO VÍDEO DE FINANÇAS PESSOAIS  COM O ESPECIALISTA MARCELO PRATA. 

 

CRÉDITOS: Youtube/Exame Online 

Por Manuel Pereira

 




 

PREOCUPAÇÃO:

FGTS COMO GARANTIA DE EMPRÉSTIMO PREOCUPA MERCADO IMOBILIÁRIO:

Associação Brasileira das Incorporadoras avalia que mudanças nas regras podem prejudicar a principal fonte de recursos de financiamento do setor imobiliário e desencorajar lançamentos.

Destinação de parte dos recursos do fundo para outras finalidades acende sinal amarelo nas construtoras

(foto: Juarez Rodrigues/EM/D.A Press)

São Paulo – Na tentativa de aumentar o volume de dinheiro em circulação no país e injetar ânimo extra na economia neste último trimestre do ano, ao liberar a utilização do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) como garantia de empréstimos, o governo poderá prejudicar um outro importante setor produtivo brasileiro: o mercado imobiliário.

Isso porque a destinação de parte dos R$ 190 bilhões que estão depositados em contas da Caixa para outras finalidades ameaça reduzir o volume de recursos que antes eram destinados exclusivamente para habitação, saneamento e infraestrutura, segundo avaliação do presidente da Associação Brasileira das Incorporadoras (Abrainc), Luiz França.

“Se o dinheiro ficar escasso, a fórmula bem-sucedida do FGTS para indústria da constução estará em risco”, afirmou o executivo. “Isso nos preocupa bastante, especialmente porque pode afetar mais o segmento de baixa renda, que vinha apresentando um bom desempenho mesmo nos períodos mais agudos da crise dos últimos anos e da alta do desemprego.”

De acordo com França, a fórmula de utilização do FGTS precisa ser mantida para também não gerar ainda mais incertezas e, por consequência, desencorajar novos investimentos e lançamentos. “Especialmente no segmento da média e alta renda, há por parte dos consumidores um movimento de adiamento da decisão de compra, em decorrência da crise e do ambiente de insegurança gerado pelas eleições”, afirma o presidente da Abrainc.

Segundo o presidente da Caixa, Nelson de Souza, não há motivos para preocupações. A tese é que, ao colocar um fundo bilionário como endosso para a liberação de crédito, haverá um movimento de reaquecimento da atividade econômica, com redução do desemprego e aumento do PIB. Além disso, argumenta o executivo, vincular o FGTS como garantia de empréstimo representa saque dos valores depositados.

“Mesmo se houver uma inadimplência de 5% a 7%, que é uma média do mercado de crédito, o impacto ao sistema do fundo é pouco significativo”, diz o economista Paulo Pereira Franco, professor da Fesp-SP. “Mas é improvável que essa linha de financiamento tenha problemas com falta de pagamento, já que para ter acesso ao empréstimo é preciso estar empregado e atender a todos os demais critérios de análise dos bancos.”

A utilização do FGTS como garantia de empréstimos está sendo oferecida desde 26 de setembro pela Caixa. O governo já negocia a mesma linha com o Banco do Brasil. Outras instituições financeiras, inclusive as privadas, também poderão adotar a mesma modalidade, desde que firmem convênios com as empresas para que os trabalhadores possam contratar o empréstimo.

Os juros da nova modalidade não poderão ultrapassar, por lei, 3,5% ao mês. Na Caixa, as taxas mínimas no consignado com FGTS partem de 2,46%. O prazo de pagamento é de até 48 meses. Cerca de 37 milhões de trabalhadores no país têm contas vinculadas ao FGTS, segundo dados do Ministério do Trabalho. Pelas contas da Caixa, se metade dos trabalhadores solicitar esse tipo de crédito pessoal, haverá uma injeção de R$ 37 bilhões na economia brasileira.

PERSPECTIVA Apesar das incertezas em relação às consequências das novas medidas de crédito sobre o setor imobiliário, Luiz França, da Abrainc, acredita que o setor poderá ser beneficiado no próximo ano com a formação de um novo governo, que será definido nas eleições deste mês. Para ele, a necessidade de estimular a economia e a geração de empregos passa pela definição de uma política de estímulo à indústria da construção.

“Tudo dependerá de como o próprio presidente eleito conduzirá a recuperação da economia, mas tenho visto que todos eles concordam que é fundamental reduzir o déficit habitacional e gerar um clima de mais confiança para que as pessoas possam adquirir imóveis e contrair financiamentos de longo prazo.”
FONTE: Portal Estado de Minas -  atualizado em 03/10/2018 10h28min
TRANSCRITO POR: Manuel Pereira



 

EXPECTATIVA:

MERCADO IMOBILIÁRIO VOLTA A INSPIRAR CONFIANÇA:

Procura por empreendimentos na região metropolitana do Estado se destaca apresentando expectativa de crescimento.
Muito avesso à crise, o mercado imobiliário vem demonstrando um otimismo sem paralelo. Principalmente no ano de 2018, as projeções mostram que a queda na demanda não existe mais. O que vemos hoje é justamente o contrário; a procura muitas vezes supera a oferta, e as construtoras correm para apresentar mais lançamentos ao público.   “De 2012 para cá, as empresas fizeram um reajuste de tamanho devido ao retrocesso. Antes possuíamos um volume de 32 mil unidades em construção, hoje caiu para 12 mil unidades.     
Chegamos a ter 64 mil empregos em 2012 e em 2018 esse número atingiu os 34 mil. Entretanto, o que se espera para 2019 é que esses números aumentem, o que representa um bom nível de confiança que está sendo retomado pelo mercado imobiliário”, explica Paulo Baraona, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Espírito Santo (SINDUSCON-ES).     
Uma das variáveis que podem afetar esse crescimento são as eleições deste ano, de acordo com o dirigente. Uma vez que o presidente da República escolhido pelas urnas continue com as propostas de reforma que estão em pauta atualmente, no Congresso, esse panorama de avanço tende a continuar. 
   
“O Brasil precisa que as reformas continuem. O país começa todo ano com um déficit de mais de R$ 200 bilhões por causa da Previdência. É a mesma coisa que uma empresa começar o ano devendo. Nós temos esse problema, então todos nós sabemos que é imprescindível que as reformas continuem.   
Se elas continuarem, independentemente de quem seja o presidente, evidentemente que o mercado vai sentir segurança para seguir investindo. O que não pode é o governo gastar mais do que arrecada”, ressaltou o presidente do SINDUSCON.   
   
O imóvel é um investimento seguro. Toda construtora, hoje, está lançando com responsabilidade,   
isso provoca um mercado equilibrado, que favorece a todos” José Luís Galvêas, presidente da Galwan
Segundo Baraona, “com os juros relativamente baixos, em relação aos patamares anteriores, consequentemente o imóvel se torna um investimento seguro e acessível. Desde as construções do Minha Casa Minha Vida, que representam hoje cerca de 65% dos lançamentos, até os apartamentos de dois quartos, hoje em dia os mais procurados, principalmente, pela classe B, de jovens por volta dos 35 anos profissionais liberais e que estão começando a constituir seus núcleos familiares”.
TENDÊNCIAS:  
Quanto às novas tendências do mercado que estão surgindo, Paulo ressalta que “uma das grandes mudanças é que os apartamentos estão se tornando cada vez mais compactos, o condomínio passará a ter restaurante e áreas comuns, o apartamento servirá apenas como quarto.    
Essas tendências vêm se firmando através das mídias sociais, e o empresário precisa prestar atenção, elas chegam com muita velocidade, e isso modifica um pouco a configuração da residência”.   “É um momento bom para quem está querendo comprar e financiar, um momento bom para negociar com os bancos, pois eles estão disponíveis para trazer taxas melhores e estão com recurso para isso” – Sandro Carlesso, presidente da Ademi-ES   
Em contrapartida, existe aquela parcela conservadora, que ainda busca imóveis mais tradicionais. “Nós precisamos ficar atentos a essas tendências, como essas mudanças vão repercutir no mercado. Isso somente as pesquisas poderão dizer e, a partir daí, encaminhar as decisões das empresas, que são absolutamente particulares.”   Um bom exemplo das novidades que começam a chegar ao mercado imobiliário é o WL Prime, próximo lançamento da WL Empreendimentos. Carlos Eduardo Calmon, arquiteto responsável pela moderna e luxuosa construção, situada na Praia do Canto, em Vitória, explica o conceito adotado em torno dessas novas tendências para a elaboração do projeto.    “Serão apartamentos de dois quartos, grandes ou compactos, dentro de uma mesma torre.     
Segundo Baraona, “com os juros relativamente baixos, em relação aos patamares anteriores, consequentemente o imóvel se torna um investimento seguro e acessível. Desde as construções do Minha Casa Minha Vida, que representam hoje cerca de 65% dos lançamentos, até os apartamentos de dois quartos, hoje em dia os mais procurados, principalmente, pela classe B, de jovens por volta dos 35 anos profissionais liberais e que estão começando a constituir seus núcleos familiares”.   Fonte:32º Censo Imobiliário/Julho 2017 – Sinduscon-ES      
O conceito desse empreendimento é fazer um residencial butique, com um design moderno, uma linha arquitetônica diferenciada, não encontrada nos outros empreendimentos da Praia do Canto, uma espécie de produto exclusivo, agregando valor, utilizando tecnologia e design”, explica o arquiteto.    De acordo com Carlos Eduardo, “este será um dos primeiros empreendimentos a ser entregues na região da Grande Vitória com sistema automatizado e tecnologia de ponta.    O conceito desse empreendimento é fazer um residencial butique, com um design moderno, uma linha arquitetônica diferenciada 
   
Permitirá que o proprietário, através de um tablet, automatize a televisão, o ar-condicionado, a cortina etc. Terá, também, um sistema de aspiração central na torre, que dispensará o aspirador de pó em casa; é só varrer para o rodapé, perto da parede, que o sistema central consegue aspirar o apartamento todo”.     Outra grande novidade, e que segundo especialistas será a partir da agora mais comum nos lançamentos, são as vagas de garagem adaptadas para tomadas de carro elétrico. “No WL Prime, cada unidade terá duas vagas, sendo que uma delas com disponibilidade de estação de recarga para carros elétricos, bastando instalar o bocal”, informa Carlos.      
Tendência também marcante e que estará presente nesse lançamento é o business lounge no acesso principal. Segundo os construtores, o lobby. No caso, a recepção do prédio, que em grande parte é um espaço pouco utilizado nas construções contemporâneas, vai se transformar num ambiente comum, um espaço gourmet bem versátil, onde o proprietário do imóvel poderá atender tanto o visitante quanto um cliente, um fornecedor ou, até mesmo, sócios para diferentes tipos de reunião, seja formal, seja informal.    
Esse ambiente pode ser utilizado de três maneiras, como churrasqueira, como salão gourmet ou como sala de jogos, onde a mesa de sinuca vira também uma mesa de jantar”, detalha Luiz Eugênio Pacheco, gerente comercial da WL Empreendimentos.    Nesse caso, o espaço gourmet se transforma numa extensão do apartamento. “É uma tendência que, cada vez mais, vem sendo um diferencial na hora da compra do imóvel próprio. Os consumidores, em sua maioria adultos jovens, na faixa dos 30 anos, iniciando uma vida independente, das classes A e B, profissionais liberais, estão à procura de prédios onde a recepção de visitantes possa ocorrer em áreas comuns, e o apartamento seja utilizado apenas como sua residência, para dormir e interagir com o núcleo familiar”, completa Luiz Eugênio.    
AQUECIMENTO:
Em relação à demanda, é senso comum que ela vem aumentando de modo gradativo, sobretudo neste ano de 2018, diferentemente dos estoques de imóveis, cada vez mais baixos. Samir Ginaid, diretor comercial da Lorenge, atribui esse crescimento da procura a uma mudança no cenário econômico nacional, que vem favorecendo o consumo desse tipo de bem.  “Essa é uma demanda orgânica. Com crise ou sem crise, as pessoas continuam casando, os filhos saindo de casa… O cenário de juros vem melhorando muito e a inflação também, a estabilidade da inflação já é uma realidade. Nós vivemos um ou dois anos atrás, num cenário de inflação alta; hoje em dia, não tem expectativa disso, e sim de uma inflação dentro da meta ou abaixo dela”, explica.   
Solar Mata da Praia, empreendimento que a Galwan está lançando na Mata da Praia. A velocidade das adesões mostrou que o mercado está em processo de retomada . Em contrapartida, com essa queda dos juros que rentabilizam o dinheiro do investidor, o mercado não é mais propício para quem quer deixar o dinheiro parado no banco rendendo.   
“A possibilidade de pegar um empréstimo com melhor taxa, tendo mais crédito, mais banco emprestando, estimula o apetite das pessoas que estão nessa esperança. É um momento que ajuda o crédito positivo. 
 

 




 

SEMANA DO MERCADO IMOBILIÁRIO:

PROGRAMAÇÃO EVIDENCIA NOVO PERFIL DO CLIENTE.

A segunda Semana do Mercado Imobiliário de Santa Cruz do Sul vai mobilizar corretores e demais profissionais que atuam no segmento. A programação começa nesta segunda-feira, no auditório da Assemp, na Rua Oscar Jost, 1.571, e vai contar com cinco palestras de atualização. O principal objetivo do encontro é qualificar os profissionais para a nova realidade do mercado.

IMAGEM: Gazeta - Cátia: apoio deve ir muito além da venda

Trata-se, segundo a presidente da Sociedade das Empresas Imobiliárias de Santa Cruz do Sul (Seisc) e organizadora do evento, Cátia Riesch, de uma atualização necessária frente às novas experiências de consumo. “O cliente de hoje não quer mais que o corretor simplesmente venda só o imóvel. Ele exige que esse profissional entenda ou pelo menos oriente para outras áreas, como contabilidade, arquitetura ou mesmo para a parte fiscal”, complementa. Diferente do ano passado, quando as palestras do evento foram mais técnicas, em 2018 elas serão focadas na compreensão e profissionalização das práticas de comportamento.

Todas as palestras, workshops e cursos da Semana do Mercado Imobiliário ocorrerão a partir das 19 horas e vão focar nas áreas da corretagem, locação e administração de imóveis. A Sociedade das Empresas Imobiliárias de Santa Cruz do Sul (Seisc) foi formada em 2001 e conta hoje com 23 associados. A organização não tem fins lucrativos e é usada como instrumento da profissão.

AGENDE-SE:  

SEGUNDA-FEIRA-27/08/18:

 Como atrair, conquistar e manter clientes-o passo a passo da fidelização. Letícia Borges, administradora e pós-graduada em Marketing; 

TERÇA-FEIRA-28/08/18: 

O comportamento do corretor e seu reflexo nas reações dos clientes: como impactar positivamente?Johanna Breuning, psicóloga e mestranda em educação.  

QUARTA-FEIRA-29/08/18: 

Soluções para locações de imóveis;   De Lucca Junior, coaching (São Paulo).  

QUINTA-FEIRA-30/08/18:  

Corretores de alta perfomance ; Anderson Govoni, life coach e orientador educacional (Gravataí).

FONTE: Gazeta Online-24/08/2018 00h49min.

TNF: Sábado, 25/08/18 - 02h23min. 

 




 

TERRENOS: 

PRÁTICA COMUM NO MERCADO IMOBILIÁRIO PODE FAZER

DONOS DE TERRENOS OBTEREM ATÉ 80% A MAIS PELA VENDA DO LOTE.

Os proprietários de terrenos que buscam vender suas terras no mercado a vista, isto é, o vendedor recebe em dinheiro no ato da venda, podem estar deixando de ganhar até 80% a mais do que o valor de mercado do terreno, segundo especialistas no setor. Em um terreno que possui o valor de mercado de R$ 1 milhão o proprietário pode estar deixando de embolsar R$ 800 mil adicionais. No mercado imobiliário existe uma prática muito comum, a permuta de terreno por incorporação futura no local, onde o dono do lote fica com uma ou mais unidades do empreendimento construído.

 

CRÉDITOS: Pixabay/Dino

Este tipo de negociação é interessante tanto para o proprietário do terreno, quanto para as incorporadoras, já que estas não precisarão se descapitalizar logo no início do empreendimento. O mercado de incorporações imobiliárias, é um ambiente de operações complexas e de concorrência feroz. As construtoras e incorporadoras adotam diversas estratégias para conseguir explorar seu potencial ao máximo. E a permuta com os donos de terrenos é a principal ferramenta que elas possuem para viabilizar o maior número de negócios possível, garantindo assim maior alavancagem financeira da empresa. Especialistas do setor estimam que hoje em dia, 70% das aquisições de terrenos feitas pelas incorporadoras sejam desta forma. 

A permuta de imóveis está prevista no artigo 533 do Código Civil Brasileiro. Nada mais é do que a troca. Existe a permuta simples que é quando se troca um imóvel por outro, ambos existentes e tem também a permuta por incorporação futura. A troca de algo real e tangível (terreno) por algo que ainda não se concretizou (unidade a ser construída) foi consagrada pela Lei 4.591/1964 (Lei do Condomínio em Edificações e das Incorporações Imobiliárias), em seu artigo 39, ao dispor que: "nas incorporações em que a aquisição do terreno se der com pagamento total ou parcial em unidades a serem construídas, deverão ser discriminadas em todos os documentos de ajuste: II - a quota parte da área das unidades a serem entregues em pagamento do terreno…".

Para os interessados neste tipo de transação, é fundamental que busquem informações acerca de sua natureza jurídica para que não sejam surpreendidos com detalhes desagradáveis depois de o negócio já estar fechado e as obras iniciadas, quando raramente irão conseguir um distrato. É possível encontrar mais informações na própria internet, em sites especializados no assunto, como é o caso do site da Prospera Construtora, que disponibiliza conteúdo relevante e gratuito sobre o tema. Nele o visitante encontra tudo o que precisa saber para decidir se a permuta realmente é o melhor a ser feito de fato ou não.

FONTE: Portal Terra - Dino - 23/08/2018 - 14h42min.

TNF: Sábado, 25/08/18 - 01h38min.

 




 

BOAS PESPECTIVAS:

AS MAIORES TENDÊNCIAS PARA O MERCADO IMOBILIÁRIO EM 2018 / 2019.

O mercado imobiliário deve ter uma nova fase de crescimento a partir de 2019, sustentando pela perspectiva de oferta de crédito barato para construção e aquisição de imóveis, em meio a um cenário macroeconômico com taxa básica de juros em torno de 8% ao ano e inflação estabilizada no patamar de 3% a 4%.

“A expectativa é que entremos em um novo ciclo de crescimento do mercado imobiliário a partir de 2019”, afirmou Petrucci durante palestra na Convenção Secovi, que reúne empresários do setor. “Acredito que teremos um País em que não estamos acostumamos a trabalhar, com taxa de juros baixa e inflação sob controle.”

O levantamento do mercado imobiliário só deve ganhar corpo entre os últimos meses de 2018 e início de 2019, de acordo com expectativas de empresários, os problemas econômicos ainda pesam muito sobre a região – dependente da indústria do petróleo – ao contrário de outras praças onde a comercialização de imóveis já deu sinais de reaquecimento. Além disso, as turbulências políticas também contribuem com incertezas sobre o futuro do estado, que vive sérios problemas fiscais.

O volume de novos empreendimentos chegou ao menor nível da década, de acordo com dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ). A pesquisa da entidade mostra que foram lançadas 2.015 unidades no primeiro semestre de 2017, montante 31% menor do que no mesmo período de 2016. O resultado também ficou 80% abaixo do primeiro semestre de 2011, quando o setor teve um pico de 10.265 unidades lançadas, considerando apartamentos, salas comerciais e quartos de hotel.

Pondera – se que o mau desempenho do mercado é um reflexo do caos financeiros e político no país, com desemprego elevado, atraso de salários de trabalhadores públicos e incertezas sobre o futuro da região.

Diante disso, falta confiança de consumidores para comprometer a renda com a compra de um imóvel. “A recuperação do mercado imobiliário só ocorrerá quando surgirem soluções para esses problemas.

Com adesão da Caixa, a taxa de juros caiu de 10,25% para 9% e isso significa mais poder de compra na casa própria para o consumidor.

Além disso, a porcentagem do que pode ser financiado no preço do imóvel aumentou, subindo de 50% para 70%.

A Caixa voltou a aceitar transferência de financiamentos que estavam sendo feitos em outros bancos. Com isso, há uma enorme contribuição para o aquecimento do ramo.

FONTE: Revista Exame - Por Dino access_time 21/08/2018, 10h53min.

TNF: Terça-feira, 21/08/18 - 22h41

 




VENDAS NO MERCADO IMOBILIÁRIO SOBEM 17,3% NO 2º TRIMESTRE:

Alta na comparação com 2017 foi de 32% - Região Sudeste liderou crescimento.

As vendas de imóveis no país no 2º trimestre de 2018 apresentaram alta de 17,3% em relação aos primeiros 3 meses do ano. Na comparação com o mesmo período do ano passado, o crescimento foi de 32,1%. Os dados (íntegra) foram divulgados nesta 2ª feira (20.ago.2018) pela Cbic (Câmara Brasileira da Indústria da Construção).O lançamento de imóveis também cresceu no 2º trimestre de 2018: alta de 19,9% sobre o mesmo período de 2017. Na comparação com o trimestre anterior, o aumento foi de 119,7%. No total, foram 25.485 unidades residenciais lançadas no 2º trimestre deste ano, contra 21.257 no mesmo trimestre do ano passado. Foram vendidas 29.951 residências no 2º trimestre de 2018, ante 22.561 no 2º trimestre de 2017.  O Sudeste foi a região que mais lançou e vendeu no mercado imobiliário no 2º trimestre de 2018, dominando 59,5% dos lançamentos e 50,4% das vendas. O Nordeste vem em seguida com 15,3% dos lançamentos e 26,6% das vendas.

FONTE: Poder 360 Gráus - 20.ago.2018 (segunda-feira) - 12h36min. atualizado:  



 

ALUGUEL: 

TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA ALUGAR UM IMÓVEL: 

A conquista da casa própria está no topo da lista de desejos da maioria dos brasileiros. Mas, para isso é preciso ter dinheiro para pagar à vista ou estabilidade financeira para manter as as mensalidades em dia. Então, muitas vezes, o aluguel é a opção.  

No entanto, encontrar o imóvel que se encaixa nas suas necessidades e no seu orçamento não é tão simples assim. Por isso, Izidro Ceolin Filho, coordenador do curso de Técnico em Transações Imobiliárias do Senac EAD, e corretor de imóveis há 14 anos, orienta sobre contrato, vistoria, documentos, fiador, entre outras questões envolvidas quando se decide alugar uma casa ou um apartamento.

Pesquise o imóvel com paciência

As ofertas do mercado imobiliário para a locação são muitas. É necessário ter paciência para pesquisar o imóvel que atenda às suas necessidades, como o conforto, a rotina e também as despesas relacionadas ao imóvel.

Avalie a sua condição financeira

Quanto deseja para de aluguel? Seja prudente e verifique os valores associados ao imóvel antes de assinar o contrato de locação. Evite surpresas como o valor do condomínio e IPTU. 
O ideal, conforme o mercado financeiro, é que as despesas fixas vinculadas ao imóvel não ultrapasse 30% do rendimento familiar. Não se esqueça que junto ao imóvel ainda tem as despesas de alimentação, luz e gás que dependem do seu consumo.

Verifique a situação do imóvel

Utilize as imobiliárias ou corretores para fazer o negócio. Nessa hora, o melhor é estar amparado pelas questões jurídicas. Profissionais do ramo estão preparados e podem te ajudar a evitar surpresas desagradáveis.

Veja a documentação

Para alugar um imóvel, a pessoa precisa ser maior de idade – ou seja ter 18 anos ou mais – e deve apresentar na imobiliária o RG, o CPF e comprovantes de residência e de renda. 
No caso do funcionário público e do trabalhador com carteira assinada, a comprovação de renda pode ser feita por meio do demonstrativo de pagamento. Aos profissionais liberais ou autônomos, geralmente, pede-se uma cópia do último imposto de renda ou do extrato bancário. Contudo, deverá comprovar a anuidade financeira de outros meios: com um extrato bancário ou um comprovante de recebimento de alugueis, por exemplo.

Cheque a opção de garantia na locação

As formas de garantia na locação serão de escolha de quem vai alugar. Na locação, por lei, o proprietário do imóvel só pode exigir uma forma de garantia. As mais utilizadas no mercado são: o uso de fiador (que tem custo zero ao locatário), o depósito caução e o seguro fiança.

  • O fiador tem que ser maior de 18 anos, não pode ser restrição no seu nome, deve ter renda para garantir o aluguel em caso de inadimplência e deve ser proprietário de um imóvel quitado, (o fiador é a pessoa que irá garantir o pagamento do aluguel e que, em caso de inadimplência, ele entregará o próprio imóvel).

  • No depósito caucionado (caução) o locatário deve depositar, na conta do proprietário, um valor equivalente a três meses de aluguel. No fim da locação, deixando o imóvel em ordem, ele recebe tudo com correção monetária.

  • O seguro fiança é feito diretamente com uma seguradora. Nesse caso, paga-se, por ano, um valor não reembolsado que pode variar entre um e dois alugueis.

A importância da vistoria

A vistoria deve ser feita antes da entrega das chaves. Caso não tenha feito, logo nos primeiros dias, faça a contra vistoria. Verifique tudo, e se identificar algum defeito, indique em uma lista. É importante, por exemplo, verificar a pintura, se tem cupim nas partes de madeira, se os azulejos estão em ordem, assim como as louças do banheiro e possíveis vazamentos. 

É muito importante, portanto, fazer a vistoria com uso de fotos e vídeos, identificando todos os furos na parede, riscos nos pisos e até problemas em fechaduras, portas e janelas. Lembre-se de guardar todo o material até a devolução do imóvel.

Todas as deteriorações causadas pelo mau uso é de responsabilidade de quem está locando o imóvel. Há os chamados 'vícios redibitórios’ que são problemas ocultos que já existiam antes da entrega das chaves, que devem ser corrigidos pelo proprietário. Esses problemas ocultos costumam ser nas redes hidráulica ou elétrica, que devem ser comunicados ao dono do imóvel.

Fique atento! Peça para relacionar no contrato cada item. Geralmente, são genéricos e alegam que o imóvel está sempre em perfeitas condições. 

O contrato

Esse documento deve celebrar a negociação entre locador e locatário, no qual inclui o tempo de permanência no imóvel e o laudo da vistoria de entrada. Essas são a segurança no contrato para quem está locando. Durante o prazo estipulado para a duração do contrato, o proprietário não poderá reaver o imóvel alugado. Já quem está alugando poderá devolvê-lo pagando multa proporcional ao período de cumprimento do contrato. 

Porém, costuma-se pedir uma quantia referente a três meses de aluguel. Vale, portanto, negociar com o locador um tempo mínimo de permanência, para ser liberado da multa após determinado período.

Verifique também, no caso dos condomínios, as regras internas sobre os horários das mudanças. Tudo deve ser visto no estatuto do condomínio.

Os reajustes e cobranças

Por lei, o aluguel só pode sofrer reajuste anual, a fim de corrigir a inflação da moeda. Caso o aluguel esteja defasado, o locador, ou mesmo o próprio locatário, pode pedir a revisão a cada três anos. Nesse caso, o ideal é que as partes cheguem a um consenso.

FONTE: Portal do SENAC - 17/05/18

TNF: Quinta-feira, 17/05/18 - 11h36min.

 




 

CARTÓRIOS DE REGISTRO DE IMÓVEIS EM FORTALEZA:

 

1ª ZONA

Av.Antônio Sales, n.º 2.187 - 10º Andar,(esquina com Rua Joaquim Nabuco) Bairro: Dionísio Torres - Cep: 60135-203
Acessibilidade ao cadeirante pelo estacionamento do subsolo – entrada pela rua Joaquim Nabuco. Fortaleza/CE, Brasil, PABX: (85) 3261-7101 | FAX: (85) 3261-7741 - oficio01@gmail.com  
- Horário de Atendimento: 08:00hs às 17:00hs
atpub01@gmail.com - Atendimento ao Público - Site: http://www.primeirazona.com.br/

2° ZONA: 

Rua Dr. José Lourenço, 870 - 1º andar - sala 101 - Meireles, Fortaleza - CE, 60115-280
Horário: Aberto de Segunda a Sexta · 08:00–17:00
Telefone: (85) 3052-1900 - Fax 85 3052 1911
cartorio@alvaromello.com.br - Site: http://alvaromello.com.br

3ª ZONA: 

Rua Joaquim Nabuco, 2336 - Dionísio Torres, Fortaleza - CE, 60125-121
Horário: Aberto Segunda a sexta · 08:00–17:00

Telefone: (85) 3261-4870/ 3261-79773261-4870 | (85) 3261-5127
Site: http://www.torifortaleza.com.br/

4ª ZONA: 

Rua Silva Paulet, 1180 - Aldeota, Fortaleza - CE, 60120-020
Horário: Aberto Segunda a Sexta · 08:00–17:00 

Telefone: (85) 3224-6931.

5ª ZONA: 

Av. Barão de Studart, 330 - Meireles, Fortaleza - CE, 60120-000
Horário: Aberto: Segunda a Sexta · 08:00–17:00

Telefone: (85) 3219-5050.

6ª ZONA: 

Av. Santos Dumont, 3060 - LJ 01 - Aldeota, Fortaleza - CE, 60150-161
Horário: Aberto: Segunda a Sexta · 08:00–17:00 
Telefone: (85) 3244-7686.

                                                                    

Cartórios Notas e Protestos:

RELAÇÃO DAS ZONAS

1ª - Alexandre Rolim: Av Santos Dumont, nº 2677 - Telefone (85) 3462-6400.

2ª - Martins: Av. Padre Ant. Tom·s, nº 920 - Telefone (85) 3304-9444.

3ª -  Pergentino Maia: Rua Major Facundo, nº 660 - Tel.: (85) 3252-3921 / 3252-3893.

4ª - Morais Correia: Rua Major Facundo, nº 676 - Telefone (85) 3464-5900.

5ª - Ossian Araripe: Rua Major Facundo, nº 673 Telefone (85) 3231-9974.

6ª - Melo Júnior: Rua Major Facundo, nº 660 - Telefone (85) 3252-3921 / 3252-3893.

7ª - João Machado: Rua Floriano Peixoto, nº 818 - Telefone (85) 3226-1611.

8ª - Aguiar: Av. Desembargador Moreira, nº 1000A - Telefone (85) 3466-7777. 

                                                                   

Cartórios Civis:

RELAÇÃO DAS ZONAS:

1ª João de Deus: Rua Major Facundo , nº 705 - Telefone (85) 3226-8330.

2ª Jereissati: Rua Major Facundo , nº 705 - Telefone (85)  3231-2353.

3ª Cysne: Rua Castro e Silva, nº 97 - Telefone (85) 3231-4170.

4ª Norões Milfont: Rua Castro e Silva, nº 38 - Telefone (85) 3226-4172.

5ª Botelho: Av. Desembargador Moreira, nº 1000 - Telefone (85)  3224-5119.

6ª Mucuripe: Rua Senador VirgÌlio T·vora, nº 318 - Telefone (85)  3242-2232.

 

FONTE: Site do CRECI-CE

 




 

CONVÊNIO FIRMADO:

 

COFECI/CRECI-CEARÁ COM A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL.

 

Documentos Necessários para Credenciamento com a Caixa-PF.

 

-Prova de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas - CPF;

-Cópia de documento de identificação válido e legal;

-Prova de regularidade para com a Fazenda Nacional:  Certidão Negativa de Débitos relativos a Créditos Tributários Federais e à Dívida Ativa da União - CND - ou Certidão Positiva com Efeitos de Negativa de Débitos relativos a Créditos Tributários Federais e à Dívida Ativa da União - CPEND), na forma da lei; http://www.pgfn.fazenda.gov.br;

-Prova de inexistência de débitos inadimplidos perante à Justiça do Trabalho, comprovada por meio de Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas ou Certidão Positiva de Débitos Trabalhistas com Efeito de Negativa, cujo prazo de validade, conferido por lei, é de 180 (cento e oitenta) dias; http://www.tst.jus.br/certidao

-Prova de inscrição regular da proponente no CRECI - Conselho Regional de Corretores Imobiliários, dentro do seu prazo de validade. http://www.crecice.gov.br

ANEXOS NECESSÁRIOS PARA CREDENCIAMENTO DO EDITAL 440/2013

ANEXO III: 

-Declaração;

ANEXO V:

-Termo de compromisso de combate à corrupção e de responsabilidade sócio ambiental;

ANEXO VI:

-Declaração vedação ao nepotismo-Deverá apresentar à comissão o envelope lacrado com o assunto “DOCUMENTAÇÃO/CREDENCIAMENTO 440/2013, contendo, também, na parte externa a identificação do proponente com NOME/CNPJ/CPF no endereço: Rua Sena Madureira, 800- 4 andar–CC/GILOG/FO 

Protocolo de entrega no anexo II ( para fins de comprovação do recebimento ) Para controle de recebimento, apresentar devidamente numerada. Cópias de documentos devem ser autenticadas.

LINK DO EDITAL:

http://www5.caixa.gov.br/fornecedores/licitacoes/asp/edital.asp?ed=440/2013&gisup=FO

Documentos Necessários para Credenciamento com a Caixa - PJ

-Certidão simplificada da Junta Comercial;

-Prova de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ);

-Ato constitutivo, estatuto ou contrato social em vigor, devidamente registrado, em se tratando de sociedades comerciais, e, no caso de sociedades por ações, acompanhado de documentos de eleição de seus administradores; - Cópia do documento de identificação dos sócios, legal e válido.

-Prova de regularidade para com a Fazenda Nacional (Certidão Negativa de Débitos relativos a Créditos Tributários Federais e à Dívida Ativa da União

-CND - ou Certidão Positiva com Efeitos de Negativa de Débitos relativos a Créditos Tributários Federais e à Dívida Ativa da União - CPEND), na forma da lei. http://www.pgfn.fazenda.gov.br;

-Prova de regularidade para com as Fazendas Estadual e Municipal, na forma da lei - Prova de inexistência de débitos inadimplidos perante à Justiça do Trabalho, comprovada por meio de Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas ou Certidão Positiva de Débitos Trabalhistas com Efeito de Negativa, cujo prazo de validade, conferido por lei, é de 180 (cento e oitenta) dias. http://www.tst.jus.br/certidao

-Prova de inscrição regular da pessoa jurídica proponente no CRECI - Conselho Regional de Corretores Imobiliários, dentro do seu prazo de validade. http://www.creci-ce.gov.br

ANEXOS NECESSÁRIOS PARA CREDENCIAMENTO DO EDITAL 440/2013

ANEXO III:

-Declaração

ANEXO V:

Termo de compromisso de combate à corrupção e de responsabilidade sócio ambiental

ANEXO VI:

-Declaração vedação ao nepotismo:

Deverá apresentar à comissão o envelope lacrado com o assunto “DOCUMENTAÇÃO/CREDENCIAMENTO 440/2013, contendo, também, na parte externa a identificação do proponente com NOME/CNPJ/CPF no endereço: Rua Sena Madureira, 800- 4 andar – CC/GILOG/FO 

-Protocolo de entrega no ANEXO II (para fins de comprovação do recebimento):

Para controle de recebimento, apresentar devidamente numerada.

-Cópias de documentos deverão ser autenticadas.

 

 







 

Vale mais a pena Comprar ou Alugar?

  Para saber a resposta, o comprador tem que fazer

uma simulação rápida, de acordo com um educador financeiro. 

O sonho da casa própria para muitos brasileiros pareceu um pouco distante após anos de recessão econômica no país. O cenário atualmente é outro, segundo especialistas. No entanto, como todo investimento, há os prós e os contras. Mas será que a época é favorável para aqueles que desejam comprar um apartamento? E o que deve valer mais a pena: adquirir um imóvel ou alugar?

A famosa bolha imobiliária não está tão grande como há alguns anos. O setor começa a ganhar forças mais uma vez. Projeções da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança apontam que a oferta para financiar um imóvel deve crescer aproximadamente 20% em 2018, conforme o G1.

Graças à redução da taxa básica de juros, o educador financeiro Reinaldo Domingos comentou que o resultado pode aliviar o bolso do consumidor, que terá parcelas mais baratas. Para o coordenador da graduação em Ciências Contábeis da Faculdade Fipecafi, George Sales, o momento é oportuno para adquirir um imóvel.

Segundo ele, duas razões aparecem como facilitadoras: preços mais baixos e crédito barato. Na primeira, avaliou, de acordo com o índice Fipe/Zap, houve queda média de 0,5% em 20 grandes regiões. Já no segundo quesito, Sales comentou que o interessado em comprar um apartamento terá os mesmos benefícios dos 35 anos para financiamento. Outro aliado, pontuou, é o juro básico de 6,75%.

Apesar das condições para a aquisição da casa própria, Sales faz alertas. "Dependendo da situação financeira de quem quiser comprar o imóvel, poderá não conseguir financiamento", disse, acrescentando sobre a parcela do financiamento e se vale a pena comprar ou viver de aluguel.

Para saber qual opção seria mais viável, o educador financeiro Domingos recomendou que famílias façam uma simulação básica. "Se, por exemplo, você paga R$ 1 mil de aluguel e o valor da prestação for R$ 1 mil, não tenho dúvida, faça o financiamento. Se você estiver morando numa casa cujo aluguel é R$ 1 mil, mas o financiamento dessa mesma casa for, por exemplo, três vezes mais o valor do financiamento, aí você tem que pensar. Porque, às vezes, morar de aluguel faz muito mais sentido", explicou.

 

FONTE: Notícias ao Minuto - 06h53min. - 19/03/18

TNF-TRIBUNA DO NORDESTE FORTALEZA - Terça-feira, 20/03/18 - 17h30min.

 




 

JUROS REDUZIDOS:

 

Caixa vai reduzir juros para financiamento de imóveis até abril:

 

O banco teve em 2017 o melhor ano da história devido aos

esforços internos e à redução de custos, segundo o presidente.

 

Caixa: banco vai reduzir até o fim do mês os juros do crédito habitacional (Pilar Olivares/Reuters)

 

Rio de Janeiro – A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL vai reduzir até o fim do mês os juros do crédito habitacional, disse nesta segunda-feira o presidente do banco, Gilberto Occhi.

“Muito em breve, nos próximos dias acho que a Caixa possa anunciar uma redução de taxa de juros para recursos captados da poupança e do mercado também”, disse Occhi a jornalistas em evento no Rio de Janeiro. “Vamos trazer mais competitividade e queremos competir mais com o mercado já que não fizemos nenhuma redução de juros no ano”, adicionou.

O banco também divulgará até a semana que vem o resultado de 2017, que segundo o presidente da Caixa teria sido o melhor da história devido aos esforços internos e à redução de custos. “Falta apenas relatório final da auditoria independente… Foi o melhor da história e estamos no caminho certo”, afirmou.

C S N:

Occhi ainda afirmou que as portas da Caixa estão abertas para renegociação da dívida da CSN. O banco é um dos principais credores da siderúrgica de Volta Redonda (RJ), ao lado do Banco do Brasil. Juntas, as instituições têm quase metade da dívida da CSN.

“Estamos dispostos a discutir, analisar e fazer o melhor com a CSN”, disse o presidente da Caixa, sem detalhar as condições que podem ser oferecidas à empresa.

 

FONTE: Revista Exame Online-20 mar 2018, 09h30min.

TNF-TRIBUNA DO NORDESTE FORTALEZA: Terça-feira, 20/03/18 - 17h19min.

 




 

I.P.T.U.  :  

 

Quem é responsável pelo pagamento do IPTU,  o locador ou locatário? 

Quando se fala em aluguel de imóvel as perguntas mais comuns são: "Doutora vou morar em uma casa alugada sou obrigada a pagar o IPTU?”, “Doutora, quem paga o IPTU o proprietário ou o inquilino?”. Essas dúvidas que são cada dia mais recorrentes vêm sendo alvo de muitas ações judiciais.

Créditos: Portal JusBrasil 

Questionamentos Comuns: 

Quando se fala em aluguel de imóvel as perguntas mais comuns são: "Doutora vou morar em uma casa alugada sou obrigada a pagar o IPTU?”, “Doutora, quem paga o IPTU o proprietário ou o inquilino?”. Essas dúvidas que são cada dia mais recorrentes vêm sendo alvo de muitas ações judiciais.

O Código Tributário Nacional em seu artigo 34 assevera que o contribuinte do imposto é o proprietário do imóvel, ou seja, juridicamente o responsável pelo pagamento do IPTU é o dono do imóvel. No entanto, a lei do Inquilinato (lei nº 8245/91), aduz em seu artigo 22 que o locador é obrigado a pagar os impostos, salvo se de outra forma for estabelecido em contrato, desta forma a lei do inquilinato possibilita que o locador transfira a responsabilidade do pagamento do imposto ao locatário através do contrato.

 

Vale ressaltar que deverá constar qual a forma

 

do pagamento referente ao imposto.

 

Atenção Locador:

 

Apesar da lei de inquilinato possibilitar que o pagamento seja feito pelo locatário, perante o FISCO quem será o responsável pelo pagamento é você (locador), portanto se houver atraso no pagamento o FISCO irá acionar o proprietário. Caso exista um contrato de locação, acordando que o locatário é responsável pelo pagamento do imposto, o locador poderá acionar o locatário judicialmente na esfera cível pelo não cumprimento de sua cláusula, exigindo o pagamento da dívida e valores correspondentes a juros e multa.

Portanto, por mais que o contrato de locação não tenha validade perante o FISCO, o contrato é válido na área cível. Sendo assim é importante o locador se prevenir de possíveis inadimplências, algumas sugestões: pagar antecipadamente o IPTU ou até mesmo embutir o valor no aluguel. Vale ressaltar que as dívidas referentes ao não pagamento de IPTU poderão ser executadas pelo município e os bens do proprietário poderão ser penhorados bem como o imóvel ser levado a leilão para a quitação da dívida.

O mais importante na hora de alugar o imóvel é fazer um contrato com todas as cláusulas de forma clara e precisa. É importante que as partes tenham o conhecimento dos seus direitos e deveres na hora de alugar o imóvel.

  

FONTE: Portal JusBrasil-Post de Paloma Priscila Baptista-Advogada

TNF: Quinta-Feira, 23/11/17-14h35min.-Fortaleza-Ceará-Brasil